Também gostamos de mostrar a nossa imaginação e, como no Carnaval ninguém leva a mal,...divirtam-se a ver as nossas obras pois nós gostámos muito de as fazer.
8 de março de 2011
7 de março de 2011
O CARNAVAL
O CARNAVAL NA NOSSA ESCOLA

Muitas das celebrações carnavalescas são bastante mais antigas do que a própria religião cristã, tendo sido alvo de diferentes manifestações ao longo da história.
O Carnaval tem dois espaços típicos onde é celebrado: nas ruas e nos salões. Os Carnavais de rua, com desfiles, de que são exemplo os carnavais do Brasil, Caraíbas e Alemanha, têm uma origem greco-romana e africana popular muito marcada. Já os Carnavais de salão, com os bailes de máscaras, têm uma origem mais erudita, como é o caso do de Veneza.
Em Portugal encontramos os dois tipos de espaços, com clara predominância das ruas.
Na nossa escola também desfilámos. Trouxemos fantasias muito bonitas, muito criativas e coloridas e sem gastarmos dinheiro.

Muitas das celebrações carnavalescas são bastante mais antigas do que a própria religião cristã, tendo sido alvo de diferentes manifestações ao longo da história.
O Carnaval tem dois espaços típicos onde é celebrado: nas ruas e nos salões. Os Carnavais de rua, com desfiles, de que são exemplo os carnavais do Brasil, Caraíbas e Alemanha, têm uma origem greco-romana e africana popular muito marcada. Já os Carnavais de salão, com os bailes de máscaras, têm uma origem mais erudita, como é o caso do de Veneza.
Em Portugal encontramos os dois tipos de espaços, com clara predominância das ruas.
Na nossa escola também desfilámos. Trouxemos fantasias muito bonitas, muito criativas e coloridas e sem gastarmos dinheiro.
5 de março de 2011
A PRINCESA QUE NÃO PARAVA DE BOCEJAR
Fomos à biblioteca e assistimos à história "A PRINCESA QUE NÃO PARAVA DE BOCEJAR".

Vivia num riquíssimo castelo uma linda princesinha que não parava de bocejar. E, tal como ela, o Rei, a Rainha e até o cão e o gato do jardineiro, bocejavam.
O Rei queria arranjar uma solução para a Princesa. Pensou que seria fome e por isso mandou vir especialidades de vários países: gelado de Itália, peixe cru do Japão…). A Princesa comeu, ficou satisfeita mas continuou a bocejar.
Então, o rei mandou vir uma cama com um colchão de penas, perfumar o quarto com pétalas de rosa e um músico. A Princesa dormiu mas depois voltou a bocejar.
Desesperado, o rei mandou vir “uma elefanta amarela” que contava anedotas aos ouvidos da Princesa. Mas ela voltou a bocejar e a contagiar todos com os seus bocejos.
Um dia, quando a Princesa passeava pelos jardins, o filho do jardineiro viu-a, ficou espantado, tropeçou numa raiz e caiu. Ficou todo molhado e a Princesa fartou-se de rir. Muito atrapalhado e a gaguejar, o rapaz ofereceu-lhe uma rã. A Princesa riu muito e continuaram as brincadeiras.
A Princesa tinha arranjado um amigo para se divertir e, a partir daí, viveu sem bocejar.
Até o Rei, a Rainha e o cão e o gato do jardineiro deixaram de bocejar.
Afinal a princesinha precisava era de um amigo e de poder ser criança como as da sua idade.




Vivia num riquíssimo castelo uma linda princesinha que não parava de bocejar. E, tal como ela, o Rei, a Rainha e até o cão e o gato do jardineiro, bocejavam.
O Rei queria arranjar uma solução para a Princesa. Pensou que seria fome e por isso mandou vir especialidades de vários países: gelado de Itália, peixe cru do Japão…). A Princesa comeu, ficou satisfeita mas continuou a bocejar.
Então, o rei mandou vir uma cama com um colchão de penas, perfumar o quarto com pétalas de rosa e um músico. A Princesa dormiu mas depois voltou a bocejar.
Desesperado, o rei mandou vir “uma elefanta amarela” que contava anedotas aos ouvidos da Princesa. Mas ela voltou a bocejar e a contagiar todos com os seus bocejos.
Um dia, quando a Princesa passeava pelos jardins, o filho do jardineiro viu-a, ficou espantado, tropeçou numa raiz e caiu. Ficou todo molhado e a Princesa fartou-se de rir. Muito atrapalhado e a gaguejar, o rapaz ofereceu-lhe uma rã. A Princesa riu muito e continuaram as brincadeiras.
A Princesa tinha arranjado um amigo para se divertir e, a partir daí, viveu sem bocejar.
Até o Rei, a Rainha e o cão e o gato do jardineiro deixaram de bocejar.
Afinal a princesinha precisava era de um amigo e de poder ser criança como as da sua idade.
25 de fevereiro de 2011
A PRÁTICA DE EXERCÍCIO FÍSICO
Aqui apresentamos os resultados da pesquisa sobre a prática de exercício físico na nossa família.
Esta tarefa responde a uma sugestão do programa PASSE.
Esta tarefa responde a uma sugestão do programa PASSE.
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17 de fevereiro de 2011
ACTIVIDADE FÍSICA
14 de fevereiro de 2011
PROVÉRBIOS DE FEVEREIRO

S. Brás te afogue, que Deus não pode.
Em dia de S. Brás, a cegonha verás e, se não a vires, o Inverno vem atrás.
Pelo S. Matias, noites iguais aos dias.
Em dia de S. Matias, começam as enxertias.
Lá vem Fevereiro que leva a ovelha e o carneiro.
Em Fevereiro põe o teu fumeiro.
Em Fevereiro mata o teu carneiro.
Em Fevereiro, põe o teu porquinho ao sol.
Em Fevereiro chuva, em Agosto uva.
Quer no começo, quer no fundo, em Fevereiro vem o Entrudo.
Para parte de Fevereiro, guarda lenha no quinteiro.
Em Fevereiro, chega-te ao lameiro.
Fevereiro quente, traz o diabo no ventre.
Em Fevereiro neve e frio, é de esperar calor no estio.
Lá vem Fevereiro que leva galinha e o carneiro.
Fevereiro é o mais curto mês e o menos cortês.
Aveia de Fevereiro enche o celeiro.
O tempo de Fevereiro, enganou a mãe ao soalheiro.
Neve em Fevereiro, presságio de mau celeiro.
Fevereiro enxuto, rói mais pão do que quantos ratos há no mundo.
Aproveite Fevereiro, quem em Janeiro folgou.
Chuva de Fevereiro, vale por estrume.
Em Fevereiro, põe a mãe ao soalheiro e manda-lhe um saraiveiro.
Fevereiro afoga a mãe no ribeiro.
Se o Inverno não faz o seu dever em Janeiro, fá-lo em Fevereiro.
Janeiro geoso e Fevereiro chuvoso, fazem um ano formoso.
Se a Candelária chora, está o Inverno fora, se a Candelária rir, está o Inverno para vir.
Fevereiro trocou dois dias por uma tigela de papas.
Neve em Fevereiro é mau para o celeiro.
Bons dias em Janeiro, enganam o homem em Fevereiro.
A Fevereiro e ao rapaz perdoa tudo quanto faz, se Fevereiro não for secalhão e o rapaz não for ladrão.
13 de fevereiro de 2011
DIA DE S. VALENTIM
Mande para um Amigo
• A história mais conhecida e a que deve ter dado origem a todas estas comemorações está provavelmente relacionada com um padre da época do Imperador romano Cláudio.
• O dia de S. Valentim só foi aceite pela Igreja Católica como forma de cristianizar um ritual pagão que se realizava todos os anos em Roma.
• Pelos vistos, os romanos tinham uma espécie de ritual para a passagem dos jovens para o mundo dos adultos. Era o festival da fertilidade.
• No dia 14 de Fevereiro, prestava-se homenagem a Juno, a deusa casamenteira dos romanos e no dia seguinte, começava a festa de Lupercália.
• Na noite da véspera desta comemoração, os nomes da raparigas romanas eram escritos em pequenos papiros ou folhas e colocados em jarrões.
• Cada jovem rapaz de Roma ia até lá e tirava um, e a rapariga cujo nome tivesse retirado do jarrão seria sua companheira durante todo o festival. Às vezes, o emparelhamento durava o ano inteiro, acabando até em casamento!
• Durante a implantação da Igreja Católica, esta tentou acabar com os elementos pagãos destes rituais, substituindo o nome das festividades pelo de santos.
• Como o festival de Lupercália acontecia em meados de Fevereiro, nada melhor do que escolher S. Valentim para o apadrinhar.
• E assim começou o dia de S. Valentim!
10 de fevereiro de 2011
VISITA DAS ENFERMEIRAS
SAÚDE ORAL – HIGIENE DA BOCA
Hoje recebemos a visita das enfermeiras do Centro de Saúde para nos alertar sobre os cuidados a ter com os dentes e doenças da boca.
Os dentes são muito importantes na mastigação, na fala, no nosso aspecto e no nosso bonito sorriso.
As principais recomendações são:
Evitar doces, guloseimas e fritos (batas fritas);
Sumos e refrigerantes;
Fazer boas lavagens;
Lavar os dentes pelo menos três vezes ao dia;
Usar fio dentário antes da escovagem da noite;
Usar pasta dentífrica com flúor;
Trocar frequentemente de escova;
Fazer a escovagem dos dentes com movimentos circulares;
Ir ao dentista para prevenir doenças da boca.
Escovar a parte de dentro dos dentes e a língua.
Relembrámos os tipos de dentição (de leite e definitiva), os tipos de dentes (incisivos, caninos, pré molares e molares) e as partes constituintes de cada um deles.
Para terminar, vimos um filme “DR: DENTOLAS E D. ESCOVADELA”. Este filme mostrou-nos de forma divertida, o que anteriormente tínhamos aprendido.
Agradecemos às senhoras enfermeiras os seus ensinamentos.
7 de fevereiro de 2011
O COMPASSO

Um compasso é um instrumento de desenho para desenhar circunferências ou arcos de circunferência. Também serve para marcar um segmento numa recta com comprimento igual a outro segmento dado, e resolver alguns tipos de problemas geométricos, como por exemplo construir um hexágono, ou achar o centro de uma circunferência.
O compasso que conhecemos hoje, foi inventado por Leonardo da Vinci.
Os compassos comuns possuem uma ponta seca, em forma de agulha, que determina um ponto fixo no papel, e outra ponta dotada de um estilete de grafite para traçar a circunferência, tendo como centro a ponta seca. Tal distância representa o raio da circunferência ou arco a ser traçado.
Nós também fizemos as nossas habilidades com o compasso e aqui estão alguns resultados.
É PRECISO SONHAR

Depois de lermos a poesia "É Preciso Sonhar" dando-lhe diversas entoações, resolvemos alterar as suas rimas e o resultado final aqui está.
É preciso sonhar
Se eu fosse nuvem amarela
Se eu fosse onda do luar
Fazia um berço de amor
Para te poder abraçar.
Se eu fosse uma vela acesa
Se eu pudesse iluminar
Fazia um berço de estrelas
Para te poder guiar.
Se eu fosse andorinha
Se eu pudesse emigrar
Fazia um berço de penas
Para te poder levar.
O meu menino adormeceu
Num sono bem profundo
Recebe o meu amor
Que é do tamanho do mundo.
Alteração de rimas
Trabalho colectivo – 4º ano
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