17 de março de 2011

P N L



Depois de trabalharmos a história " A PRINCESA BAIXINHA", e por gostarmos muito dela, em grupo, criámos as nossas próprias histórias: A Princesa Maléfica, A Princesa Zoóloga, A Princesa Gulosa e A Princesa Dorminhoca.

A PRINCESA MALÉFICA

Há muitos, muitos anos, num reino longínquo chamado Zionalândia, existia uma aldeia com um castelo muito, muito estranho e de cor roxa. Nesse castelo vivia uma princesa, um rei e uma rainha.
A princesa tinha uma bola de cristal em que via as desgraças de toda a gente, e gozava.
Ela andava sempre a implicar com os criados, bobos da corte e com o jardineiro…
Do outro lado da montanha, existia um castelo muito bonito, encantado e de cor branca, onde vivia uma princesa boa que tinha um cão de água português chamado Fluffy.
A princesa maléfica estava sempre a mandar cartas pelo seu corvo correio, para provocar a princesa boa.
Os guardas da princesa boa fizeram um túnel subterrâneo para atacar a princesa maléfica.
Antes do dia do ataque, a princesa maléfica foi ter com o bruxo que lhe disse:
- Vai consultar a tua bola de cristal, e verás uma coisa terrível.
A princesa maléfica foi consultar a bola de cristal, e ficou muito assustada ao ver que a princesa boa estava a preparar um ataque contra ela.
Logo de seguida, reuniu todos os seus guardas para irem ao túnel fazer armadilhas.
No dia do ataque, a princesa boa ficou surpreendida com tantas armadilhas que a princesa maléfica lhe tinha preparado.
A princesa boa disse aos seus guardas para terem muito cuidado com as armadilhas da maléfica.
Quando os guardas estavam a passar por debaixo da montanha só se ouvia:
- Trum! Trum! Trum! Eram as armadilhas a explodir.
Os guardas, de ambas as princesas fugiram e elas ficaram sozinhas com a Fluffy.
A Fluffy ficou ferida no ataque e corria perigo de vida.
Ao verem o sofrimento da linda cadela, as duas princesas juntaram os seus poderes e lançaram um feitiço para a salvar.
-Perlim pim pim perlim pim poa, faz com que esta cadela se salve e fique boa.
Quando o bruxo soube que a princesa Maléfica tinha ficado boa, foi ter com ela e disse-lhe que a amava.
Moral da história: com o passar do tempo as pessoas podem mudar.

Guilherme, Gustavo, Hugo, José, Pedro, Ruben

15 de março de 2011

MARÇO E OS SEUS PROVÉRBIOS


Março, Marçagão, manhã de Inverno, tarde de Verão;
Em Março, tanto durmo como faço;
Podas em Março, é ser madraço;
Quem em Março come sardinha, em Agosto lhe pica a espinha;
Março, Marçagão, de manhã cara de anjo, à noite, cara de ladrão;
Poda-me em Janeiro, empa-me em Março, verás o que faço;
Páscoa em Março, ou morte ou mortaço;
Em Março, esperam as rocas e sacham-se as hortas;
Março, marçagão, de manhã focinho de cão, ao meio dia de rainha e à noite de fuinha;
Março duvidoso, S. João farinhoso;
Nasce erva em Março, ainda que lhe dê com o maço;
Março amoroso, Abril ventoso e Maio remeloso, fazem o ano formoso;
Quem não poda até Março, vindima no regaço;
Quando em Março arrulha a perdiz, ano feliz;

13 de março de 2011

P N L - A PRINCESA BAIXINHA


História "A Princesa Baixinha" de Beatrice Masini e ilustração de Octavia Monaco.

Esta história foi lida, resumida e ilustrada pelos alunos do 3º e 4º ano.
É uma história muito interessante em que a princesa apesar de pequena, tem muita coragem para enfrentar as situações que lhe aparecem e tentar fazer o bem.

Os alunos gostaram muito da história e ainda mais da proposta de trabalho que lhes foi lançada.

8 de março de 2011

ANIVERSARIANTES DE MARÇO



Mande para um Amigo

DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Celebra-se hoje em quase todo o Mundo, o Dia Internacional da Mulher, Proclamado em 1910.

Durante séculos, o papel da mulher incidiu sobretudo na sua função de mãe, esposa e dona de casa. Ao homem estava destinado um trabalho remunerado no exterior do núcleo familiar. Com o incremento da Revolução Industrial, na segunda metade do século XIX, muitas mulheres passaram a exercer uma actividade laboral, embora auferindo uma remuneração inferior à do homem. Lutando contra essa discriminação, as mulheres encetaram diversas formas de luta na Europa e nos EUA.O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, em memória da greve das operárias da indústria do vestuário de Nova York, em protesto contra as más condições de trabalho.
Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher".
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920. Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960, sendo, afinal, adoptado pelas Nações Unidas, em 1975.

A NOSSA CRIATIVIDADE

Também gostamos de mostrar a nossa imaginação e, como no Carnaval ninguém leva a mal,...divirtam-se a ver as nossas obras pois nós gostámos muito de as fazer.

7 de março de 2011

O CARNAVAL

O CARNAVAL NA NOSSA ESCOLA


Muitas das celebrações carnavalescas são bastante mais antigas do que a própria religião cristã, tendo sido alvo de diferentes manifestações ao longo da história.
O Carnaval tem dois espaços típicos onde é celebrado: nas ruas e nos salões. Os Carnavais de rua, com desfiles, de que são exemplo os carnavais do Brasil, Caraíbas e Alemanha, têm uma origem greco-romana e africana popular muito marcada. Já os Carnavais de salão, com os bailes de máscaras, têm uma origem mais erudita, como é o caso do de Veneza.
Em Portugal encontramos os dois tipos de espaços, com clara predominância das ruas.

Na nossa escola também desfilámos. Trouxemos fantasias muito bonitas, muito criativas e coloridas e sem gastarmos dinheiro.

5 de março de 2011

A PRINCESA QUE NÃO PARAVA DE BOCEJAR

Fomos à biblioteca e assistimos à história "A PRINCESA QUE NÃO PARAVA DE BOCEJAR".

Vivia num riquíssimo castelo uma linda princesinha que não parava de bocejar. E, tal como ela, o Rei, a Rainha e até o cão e o gato do jardineiro, bocejavam.
O Rei queria arranjar uma solução para a Princesa. Pensou que seria fome e por isso mandou vir especialidades de vários países: gelado de Itália, peixe cru do Japão…). A Princesa comeu, ficou satisfeita mas continuou a bocejar.
Então, o rei mandou vir uma cama com um colchão de penas, perfumar o quarto com pétalas de rosa e um músico. A Princesa dormiu mas depois voltou a bocejar.
Desesperado, o rei mandou vir “uma elefanta amarela” que contava anedotas aos ouvidos da Princesa. Mas ela voltou a bocejar e a contagiar todos com os seus bocejos.
Um dia, quando a Princesa passeava pelos jardins, o filho do jardineiro viu-a, ficou espantado, tropeçou numa raiz e caiu. Ficou todo molhado e a Princesa fartou-se de rir. Muito atrapalhado e a gaguejar, o rapaz ofereceu-lhe uma rã. A Princesa riu muito e continuaram as brincadeiras.
A Princesa tinha arranjado um amigo para se divertir e, a partir daí, viveu sem bocejar.
Até o Rei, a Rainha e o cão e o gato do jardineiro deixaram de bocejar.

Afinal a princesinha precisava era de um amigo e de poder ser criança como as da sua idade.